
O Pix já é aceito em estabelecimentos de oito países: Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha e França, segundo o Banco Central. O pagamento é feito por QR Code, com conversão automática para a moeda local, viabilizado por parcerias entre fintechs, bancos e credenciadoras internacionais.
O próprio Banco Central faz uma ressalva: ainda não existe um “Pix Internacional” oficial, firmado entre governos. O que já funciona hoje é fruto de arranjos privados, o que levanta questões sobre supervisão, câmbio e proteção ao usuário quando o sistema opera fora das fronteiras nacionais.
Em entrevista à Band News TV, nosso sócio-fundador Fabiano Jantalia trata sobre essa expansão e os desafios regulatórios que ela impõe ao Banco Central e ao mercado.
Confira a matéria na íntegra abaixo: