
Ao definir o escopo de derivativos no mercado preditivo no Brasil na sexta-feira, o Conselho Monetário Nacional (CMN) inibiu empresas que vinham se posicionando para intermediar contratos fora do universo financeiro. Ao mesmo tempo, colocou limites a eventuais ambições das instituições financeiras de atuarem com contratos relacionados a temáticas ligadas a eventos esportivos ou de natureza política, eleitoral, social, cultural ou de entretenimento que, a critério da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), não sejam representativos de referenciais econômico-financeiros.
O governo passa a mensagem de que não quer empresa atuando fora do mercado regulado: ou se enquadra na legislação das bets, ou é instituição financeira autorizada a negociar derivativos.
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